Campeonato Brasileiro, com recorde de gols e publico, embora a CBF, insista em querer dar o titulo aos “parceiros queridinhos”

Numa demonstração de Gestão ineficaz a CBF tenta tirar o principal objetivo técnico e futebolístico da principal competição do futebol brasileiro, os clubes numa demonstração de interesses pessoais se dividem por conta de interesse financeiros, e nossa seleção sucumbi há anos sem nenhuma perspectiva de que possamos se quer chegar a uma final de copa do mundo, a bagunça continua.

Nesta ultima rodada, 28a. para dois clubes, 29a. para alguns e 30a. para outros a CBF, retomam aqueles áureos tempos de Ricardo Teixeira, José Maria Marin, Marco polo Del Nero e Rogério Caboclo, onde interesses financeiros permeavam as competições, interesses políticos para manutenção em cargos e subornos, corrupções, abuso sexual, também foram ingredientes que contribuíram muito para que nosso futebol, sem comando diretivo e de gestão dentro de campo estejamos comemorando 21 anos sem títulos, duas eliminações nas quartas e uma goleada histórica aplicada em plena copa no Brasil por 7 x 1 .

O atual presidente Ednaldo Rodrigues, politico nordestino sem nenhuma vivencia no cenário do futebol nacional, como vice mais idoso da Confederação, entrou para substituir Cabloco acusado de assediar a secretaria, caiu de paraquedas na cadeira da presidência no luxuoso prédio na Barra da Tijuca região nobre do Rio, esta mais perdido que cego em tiroteio, alias não sabe nem mirar, pois tem errado, em colocar Ramon Menezes, Fernando Diniz, sem experiência em seleção e conquista de títulos de expressão no futebol, e sonho de ter o Italiano Carlo Ancelotti treinador do Real Madrid, que ainda desbancou o coitado dizendo só poder assumir em 2024 sem data. Ou seja, o cenário tá feio fora dos campos e dentro a competição continua querendo privilegiar os queridinhos R$. Isso sem contar com ganhos estratosféricos do “presidente”, que no primeiro semestre de 2021, ainda quando era um dos vice-presidentes da CBF, Ednaldo recebeu um valor bem abaixo, cerca de R$ 40 mil. Em julho do ano passado, a quantia foi de R$ 70 mil. No mês seguinte, quando seria indicado ao cargo de presidente, ele recebeu R$ 130 mil. Setembro a quantia foi de R$ 334.799,19, só mesmo no futebol brasileiro esta vergonha.

Nos campos esportivos a historia não tem sido diferente, para citar apenas 2023, arbitragem um velho problema sem solução, pois a atividade ainda considerada amadora políticos não se interessam em reconhecer a atividade e regulamentar a profissão, continuam recebendo pomposos salários se for nível FIFA em torno de 5 mil por partida, para cometerem erros absurdos e o VAR só interfere para piorar a marcação; tabela montada a privilegiar os clubes protegidos, além de cancelarem, adiarem e transferirem partidas sem nenhum critério: o Botafogo teve um jogo interrompido por falta de energia teve que jogar dia seguinte, sem os torcedores que pagaram pelo ingresso e foram lesados por não poderem assistir ao complemento agendado para o dia seguinte, mas transferiram a partida contra o Fortaleza, 48 hs após, na Capital Cearense quando os próprios atletas manifestarem estar em condições de jogar a partida. Já o queridinho milionário adiou sua partida contra o Bragantino, podendo ter jogado no dia marcado em diversos estádios, inclusive aqui em Cariacica como já fizera em outra oportunidade que lhe interessava, fora o maracanã entregue para a CONMEBOL organizar a final da libertadores. Gols marcados pela arbitragens em desacordo com Var ou vice e versa, mão do zagueiro Cuesta bem marcada anula gol do Botafogo, mão do Isidro Pitta quando goleiro Perry chuta a bola e o atacante para se proteger coloca as mãos para se defender, não foi marcada a irregularidade e gol do Cuiabá. Qual a finalidade? Deixar os queridinhos R$ chegarem na equipe que desde a terceira rodada esta na liderança e impedir que possa se tornar campeã apenas pelos critérios futebolísticos antecipadamente e tirar a possibilidade de “ganhos” extra campo.

De positivo apenas o futebol e os torcedores, recordes de presença de publico nos estádios e numero de gols marcado por rodadas, se tivéssemos dirigentes profissionais e tratassem nosso futebol com respeito não perderíamos as copas do mundo como vem ocorrendo. Hoje a preocupação é vender nossos jovens com 12,13,14 anos que prematuramente vão pro exterior ganhar seus dólares e ajudar seus familiares terem uma vida mais digna. Mas estes jovens acabam por adquirir modelos técnicos e táticos fora de nossas principais características e o dom de jogar um futebol raiz.

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